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Delphi mantém 170 funcionários até 2010
Depois de ter sido anunciado o encerramento da fábrica da Delphi em Ponte de Sor, previsto para o final deste mês e que acabaria por ser adiado para o primeiro semestre de 2009, a administração da empresa anuncia que vai manter-se a laboração desta unidade por mais dois anos. Após ser garantida a produção de volantes e airbags até 2010, a administração decide agora suspender o fecho de portas.or sua vez a porta-voz da Delphi, Elisabete Henriques, contactada pelo Ecos do Sor, afirma que “a suspensão da transferência deve-se à actual instabilidade económica e às condições no mercado.” Quanto à permanência dos cerca de 500 operários na unidade fabril, Elisabete Henriques, esclarece que “vão ser mantidos os postos de trabalho afectos à produção de volantes e airbags que são cerca de 170 trabalhadores. As restantes pessoas continuaram no processo de despedimento colectivo que deverá estar concluído, como anteriormente anunciado, até ao primeiro semestre de 2009.” Durante o mês de Outubro a administração da Delphi tinha informado a comissão negociadora sindical de que já não era possível encerrar a unidade a 30 de Dezembro, remetendo o fecho para o próximo ano. De acordo com declarações feitas pelo SIMA à comunicação social, a Delphi teria justificado, na altura, que o adiamento do fecho da fábrica se devia ao facto de ter surgido uma nova encomenda e que teria de ser produzida naquela unidade. Questionada sobre a veracidade destas afirmações a porta-voz da Delphi limitou-se a declarar que a empresa não faz comentários sobre situações de futuro.
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Ponte de Sor acolheu encontro de intervenção precoce
Subordinado ao tema “A Arte de Prevenir e Capacitar”, o encontro reuniu, nos dias 3 e 4, técnicos e instituições de todo o país ligados à pessoa com deficiência. Ecos do Sor falou com a coordenadora da equipa de Intervenção Directa do CRIPS, Sandra Pacheco, que definiu os objectivos dos dois dias de simpósio. “Tem a ver com a capacitação dos técnicos sobre a filosofia de intervenção precoce e dar conhecimentos, e competências, à rede de parceiros sobre a nossa abordagem, que é centrada na família. Ao longo de oito anos tivemos um crescimento e surge já uma necessidade de supervisão do nosso trabalho. E este é o objectivo do segundo dia do encontro, ou seja, tentar montar um esquema de supervisão de apoio às equipas que já estão a trabalhar no terreno”. A psicóloga, que também coordena as equipas dos cinco concelhos onde o CRIPS tem responsabilidade (Sousel, Fronteira, Alter do Chão, Avis e Ponte de Sor), diz que faz falta uma legislação sobre a intervenção precoce no sentido de uniformizar a abordagem desta problemática.
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Autarquia quer ser ressarcida da verba
que despendeu com a Fundação
António Prates e o seu advogado, João Pedroso, estiveram presentes na reunião de Câmara de 26 de Novembro no sentido de esclarecer as dúvidas sobre o interesse público da actividade da Fundação e o destino de todas as receitas e despesas constantes das contas da instituição. Na mesma reunião, João Taveira Pinto, presidente da Câmara Municipal de Ponte de Sor enumerou as despesas que não considera elegíveis e pretende agora que a Fundação restitua à autarquia 96 mil 411 euros, a verba total das facturas consideradas de teor duvidoso. “Depois de ser ressarcida deste valor, vamos então falar da continuação da Fundação António Prates (FAP) em Ponte de Sor e em que moldes”, apontou o presidente da Câmara. Em causa está o destino da verba de 10 mil euros mensais financiada pela autarquia de Ponte de Sor que, como indica o protocolo assinado entre as instituições, deveria servir para pagar única e exclusivamente os vencimentos dos trabalhadores.
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